quarta-feira, 29 de novembro de 2017

FLAMENGO - ORGANIZAÇÃO OFENSIVA



O Flamengo foi uma das equipas sensações desta época no Brasil, embora de forma intermitente. Depois de um início complicado com o técnico Zé Ricardo, a direcção decidiu apostar no colombiano Reinaldo Rueda.
‘Mengão’ nem sempre foi um conjunto consistente mas mostrou ser uma equipa com um elevado potencial, fruto de jovens como Klebinho (19 anos), Léo Duarte (21 anos), Lucas Paquetá (20 anos), Matheus Sávio (20 anos), Vinicius Júnior (17 anos), Felipe Vizeu (20 anos) e Lincoln (16 anos). Na partida para a última jornada do Brasileirão, a equipa orientada por Reinaldo Rueda ocupa o 6º lugar com 53 pontos, disputa a meia final da Copa Sul-Americana e foi finalista da Copa do Brasil onde perdeu na final contra o Cruzeiro.
O Treinador Reinaldo Rueda mostrou neste jogo da Copa do Brasil um pouco do que pretende para o “seu” Flamengo e da sua ideia de jogo.
Relativamente aos seus antecessores, Reinaldo Rueda, mantém a ideia da posse desde o seu sector mais recuado, no entanto a sua proposta de jogo passa por verticalizar mais o jogo, para chegar ma área do adversário em menos tempo, procurando também surpreender as equipas contrárias, com um jogo mais rápido.
A sua estrutura organizacional passa por um 1-4-2-3-1, como mostra a figura 1.


 Figura 1: Organização Estrutural da equipa do Flamengo.
Na 1ª fase de construção conseguimos identificar dois tipos de indicadores que nos parecem importantes apontar. Uma saída a 3 com um dos médios a recuar, quer seja para o centro, entre os centrais, ou para um dos corredores, permitindo alguma projeção do lateral. No caso de um dos médios não baixar para criar uma situação a 3, a equipa mantém-se muito junta, com os laterais pouco projetados e os centrais muito próximos um do outro. Se na nossa opinião este factor é limitador para que a equipa possa sair com mais qualidade, também não somos alheios ao facto que numa possível perda de bola, a equipa está mais preparada para reagir à sua perda e procurar defender a baliza com mais eficácia. Nas figuras 2, 3 e 4 mostramos as diferentes opções na 1ª fase de construção.




 A equipa do Botafogo, e bem, conseguiu identificar qual o central com menos capacidade técnica e aproveitou todas as oportunidade para o pressionar. Como já fizemos referencia, por estarem demasiado próximos, os central do Flamengo acabam por facilitar esta pressão.

Nesta 1ª fase de construção os dois médios trabalham muito para poder ser solução por dentro. Uma particularidade é a complementaridade entre os dois, já que estão constantemente a movimentar-se e a trocar de posições. Dificilmente vemos 35|Diego, ou um dos extremos baixar para ser solução, já que o objectivo é claro, ter soluções para os apoios longos.

Na 2ª fase de construção já podemos observar os apoios dos extremos por fora e a subida de 5|Willian para dar linha de passe por dentro, como verificamos na imagem seguinte. Os constantes movimentos dos dois médios faz com que as marcações sejam muito difíceis por parte do Botafogo, permitindo explorar os espaços livres por dentro, neste caso de 5|Willian Arão.


 Na 2ª fase de construção já podemos observar os apoios dos extremos por fora e a subida de 5|Willian para dar linha de passe por dentro, como verificamos na imagem seguinte. Os constantes movimentos dos dois médios faz com que as marcações sejam muito difíceis por parte do Botafogo, permitindo explorar os espaços livres por dentro, neste caso de 5|Willian Arão.

No entanto este desposicionamento de Diego, também pode criar constrangimentos ofensivos para a sua equipa, já que em muitos momentos falta um jogador em zonas interiores para dar seguimento ao jogo por dentro.

Quando Diego procura zonas interiores o jogo ofensivo do Flamengo torna-se mais imprevisível, dificultando o jogo defensivo adversário, permitindo que a equipa chegue com perigo na área do adversário. 

 Quando Diego procura zonas interiores o jogo ofensivo do Flamengo torna-se mais imprevisível, dificultando o jogo defensivo adversário, permitindo que a equipa chegue com perigo na área do adversário.



Na última fase de construção 35|Diego volta a ser o jogar em evidencia, atraindo os adversários para libertar os colegas em melhores condições. Do lado da bola, o extremos oferece uma solução em largura e profundidade, enquanto que o extremo do lado contrário entra em zonas de finalização. A zona da 2ª bola é ocupada neste caso pelo lateral direito, mas na nossa opinião deveria ser um dos médios de cobertura a estar posicionado nesta zona.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

ANÁLISE TÁCTICA DA EQUIPA DO RB LEIPZIG

ORGANIZAÇÃO DEFENSIVA

Em organização defensiva a equipa estrutura-se em 1-4-4-2.
Poulsen e Werner nesta fase, procurando pressionar a saída de bola curta dos adversários. São jogadores rápidos e agressivos. Quando a bola entra no seu meio campo Poulsen baixa no terreno para manter o triângulo defensivo e ser solução para a transição. Werner é um avançado muito móvel e rápido, que tenta aproveitar todas os maus passes e recepções defeituosas dos adversários. Se a bola é enviada para o Gr ele está encarregue de o pressionar obrigando ao passe longo.
Com o bloco médio/baixo são uma equipa que procura ser compacta, adoptando uma zona pressing, condicionando o jogo dos adversários para os corredores, onde aí são muito agressivos. No entanto permitem demasiadas vezes que exista espaço entre os sectores médio e defensivo. Os espaços são a grande referencia de marcação. Procuram fechar os espaços como equipa, colocando os adversários sobre constantes constrangimentos de espaço e tempo. Têm alguma dificuldade em manter um escalonamento permanente das diferentes linhas e assim conseguir ter um sistema eficaz de coberturas.






TRANSIÇÃO ATAQUE-DEFESA

No momento da perda da bola a reação é rápida e no menor espaço de tempo possível, dificultando as saídas da pressão dos adversários. A equipa tem jogadores mentalmente preparados para esta fase do jogo, conseguindo recuperar rapidamente de situações de inferioridade numérica. No entanto como conseguem manter uma estrutura preparada para as transições dos adversários dificilmente são apanhados em inferioridade numérica, mesmo quando o adversário consegue sair com a bola controlada da primeira linha de pressão. 

ORGANIZAÇÃO OFENSIVA

Num primeiro momento de construção a equipa organiza-se em 1-3-3-3-1, com os centrais abertos, um dos médios colocado entre centrais, os laterais projetados na linha dos médios, os extremos por dentro com um dos avançados a recuar, para pedir bola entre linhas e o outro avançado a ser solução para o passe longo. 


 
As saídas são em posse através do passe curto e seguro, com a bola a ser circulada pelos defesas centrais com Demme a recuar para a saída a 3.
A ligação faz-se com passe para os centrais que tem capacidade para conduzir e atrair para depois soltar no lateral, ou no extremo que procura zonas interiores.
 

 
TRANSIÇÃO DEFESA-ATAQUE

No momento defensivo a equipa do RB LEIPZIG, mantém uma estrutura fixa, com os extremos bem por dentro e Poulsen numa posição mais recuada em relação a Werner, funcionando como apoio frontal. No momento em que ganham a bola optam pelo passe seguro e curto, com os extremos por dentro, mas sempre com o intuito de chegar à baliza no menos espaço de tempo possível, através de movimentos muito explosivos dos seus jogadores mais adiantados.














terça-feira, 26 de setembro de 2017

ANÁLISE, OBSERVAÇÃO E INTERPRETAÇÃO: TOTTENHAM X DORTMUND






A fase de grupos da UEFA Champions League vai deixar os espectadores pregados ao sofá, com a realização de grandes jogos de futebol entre as melhores equipas da Europa. Entre esses jogos vão constar, com certeza os do grupo H, com as equipa do Real Madrid, Tottenham, Borrusia Dortmund e o outsider Apoel.
Analisamos o jogo entre os Ingleses do Tottenham contra os Alemães do Borrusia Dortmund.

Estamos perante duas equipas que apresentam estruturas organizacionais muito diferentes. Mauricio Pochettino, treinador Argentino da equipa Londrina do Tottenham, coloca actualmente a sua equipa a jogar em 1-5-3-2 em organização defensiva, já o treinador do Borrusia Dortmund, o Holandês Peter Bosz, estrutura a sua equipa, num muito usual 1-4-1-1. 

 

Em ambos os casos o método defensivo usado é a zona pressing, com a equipa do Tottenham a optar por um bloco defensivo médio/baixo e a equipa do Dortmund a apresentar um bloco médio/alto.  


A grande preocupação do Tottenham é fechar como equipa os espaços mais valiosos (os espaços próximos da bola, os espaços centrais) e, assim, colocar a equipa adversária sobre constante constrangimentos, nas zonas que lhes são mais favoráveis. Manter a equipa compacta, do ponto de vista zonal, em largura e em profundidade.
É de salientar que nas duas equipas todos os jogadores defendem e contribuem de maneira decisiva para a reconquista da bola, através de um bloco compacto e de uma correta definição de linhas.
A posição da bola e em função desta, a posição dos companheiros são as grandes referências de posicionamento das duas equipas. Um ajustado dinamismo zonal é referencia para que ambas as equipas consigam obter e manter uma superioridade numérica, nos espaços vitais de jogo.


Peter Bosz tem como principio de jogo, a recuperação da bola num curto espaço de tempo independentemente do local onde esta se encontra.
O bloco defensivo posiciona-se bem dentro do meio campo adversário, se este procura jogar por trás. A ação de Aubameyang é sempre muito agressiva, assim como é agressiva a 1º linha de cobertura, que marca espaços e adversários que possam dar continuidade à saída de bola da zona de pressão. Como vemos na imagem 4 ainda surge uma segunda linha de pressão com Douha e Sahin a equilibrar e a ocupar espaços com a subida dos 4 elementos mais ofensivos.

Quando a equipa do Dortmund recupera a posse e tendo superioridade numérica e posicional, a primeira opção é o passe seguro e curto, retirando de seguida a bola da zona de pressão adversária.  Conseguem criar espaços para que a bola saia em segurança, abrindo os laterais sobre os corredores e com Kagawa aproveitando os espaços livres entre linhas. O objectivo é claro, entrar em organização ofensiva para depois atacar a baliza adversária. 


 
Neste aspecto do jogo a opção adoptada por Mauricio Pochettino foi bem diferente, já que a equipa posicionava-se na maioria do tempo de jogo em bloco médio/baixo. Ganhando a bola em zonas recuadas o passe geralmente era longo, para que Kane a segura-se e a liga-se de seguida principalmente com Son.
Se a bola era ganha numa zona intermédia, o 1º passe era curto e seguro para retirar a bola da forte pressão adversária, com Kane como referência, com os dois laterais a projectarem-se de imediato e Son na procura constante da profundidade.  


No momento de organização ofensiva, observamos que o Tottenham posiciona-se em 1-3-4-2-1. Com uma saída a 3 por força da utilização de 3 centrais, os laterais estão projetados em largura e profundidade para fazer campo grande. Existe como vemos na imagem 7 a preocupação dos jogadores se afastarem para que sejam criadas condições de espaço com a bola a ser circulada de forma segura e rápida. Os diferentes sectores da equipa estão dispostos de forma equilibrada, com uma correta ocupação de linhas e com o espaço de jogo a ser ocupado de forma racional. 


A equipa do Dortmund posiciona-se em 1-2-4-3-1, com os laterais abertos sobre os corredores e na linha dos dois médios (Dahou e Sahin), que dão apoio por dentro sempre que a bola entra no corredor. Os dois extremos têm comportamentos ligeiramente diferentes. Yarmolenko é um jogador mais de linha, enquanto que Pulisik procura em muitas ocasiões os espaços interiores, para receber e desequilibrar, ou para criar espaço para as entradas do lateral Toljan. Kagawa é o jogador do meio campo que se posiciona mais alto no terreno de jogo, procurando os espaços vazios entre as linhas defensivas e de meio campo do adversário, e desloca-se para zonas mais exteriores, formando triângulos ofensivos com os extremos e laterais da sua equipa. É igualmente um jogador que tem facilidade em entrar na área para finalizar.  


Numa 1ª fase de construção os dois médios baixam para dar apoio na saída de bola e na nossa opinião, procurar que a linha defensiva dos adversários suba para depois procurar os espaços na profundidade. 


Numa 2ª fase de construção os laterais do Dortmund projectam-se na linha dos médios  em largura e profundidade, com os extremos a procurar espaços interiores (Pulisic mais interior que Yarmolenko) e preparados para aproveitar os espaços em profundidade. Kagawa é um jogador muito inteligente na procura dos espaços livres e na ligação que estabelece com Aubameyang. 



O jogo da equipa do Tottenham nesta fase é baseado em movimentos rápidos da bola e dos jogadores. Numa equipa que joga em 1-3-5-2 são os laterais que dão profundidade e largura à equipa. Assim que a bola entra no corredor começam os movimentos em profundidade principalmente de Son e Eriksen. Dembele e Dier são neste momento jogadores equilibradores, sempre preparados para a perda de bola. 


No momento de transição defensiva foi a equipa do Tottenham que manteve sempre um maior equilíbrio posicional, que lhe permitiu usufruir de um bloco compacto atrás da linha da bola e desta forma não sofrer transições ofensivas do adversário, que pudessem por  em perigo a sua baliza. Já o mesmo não podemos afirmar da equipa do Dortmund. Com um futebol muito ofensivo, colocando sempre 7,8 jogadores na linha da bola ou à frente da linha da bola, colocando poucos jogadores em zonas de cobertura e equilíbrio defensivo, foi permitindo à equipa de Pochettino, muitas situações de ataque rápido que originaram várias oportunidade de golo. 



























AS MONACO DE LEONARDO JARDIM





A equipa do AS MONACO, dos ex-portistas Radamel Falcao e João Moutinho recebe no seu estádio o FC Porto para o segundo jogo do grupo G da Liga dos Campeões
Com sete jornadas disputadas na Ligue 1, o Monaco encontra-se no 2º lugar com 18 pontos, a apenas 1 ponto do líder Paris SG.

No centro da defesa pontificam os centrais Glik e Jemerson jogadores muito experientes, fortes nos duelos aéreos e individuais. São jogadores que controlam muito bem todos os momentos do jogo defensivo, e com boa capacidade para saírem a jogar com a bola controlada.
Pelos corredores laterais Sidibe e Jorge aliam as suas excelentes capacidades defensivas a uma excelente qualidade ofensiva através de constantes subidas pelos seus respectivos corredores.
Na linha média possuem individualidades com capacidade para dominar o jogo e a bola do ponto de vista ofensivo, e no momento defensivo são jogadores agressivos conseguindo muitos roubos de bola.
No ataque destacamos Radamel Falcao, um jogador de área que se move como poucos, aproveitando muito  bem os espaços livres, entre defesas e nas costas destes.

ORGANIZAÇÃO OFENSIVA

Num primeiro momento de construção a equipa organiza-se em 1-2-4-3-1, com os centrais abertos, os laterais projetados na linha dos médios e na frente de ataque Rony Lopes e Ghezzal partem de zonas interiores, com Falcao entre os centrais e Jovetic na procura dos espaços livres entre a minha média e defensivas adversárias. 


 
As saídas são em posse através do passe curto e seguro, com a bola a ser circulada pelos defesas centrais e com Fabinho posicionado mais em zona central para ser solução por dentro ou mesmo para uma possível saída a 3. A ligação faz-se com passe para os laterais, diretamente de Jemerson que tem capacidade para conduzir e atrair para depois soltar no lateral esquerdo, ou no extremo que procura zonas interiores. Do lado direito a solução passa pela projeção do lateral e pelo reposicionamento do médio Tielemans que se desloca para a zona livre deixada pelo lateral. Glik com maiores dificuldades de conduzir encontra em Tielemans uma solução de passe segura. 


Numa segunda fase de construção verificamos uma maior aposta pelas saídas pelo lado esquerdo, com Jemerson a conduzir, como já referimos anteriormente, atraindo a si um adversário, para depois libertar no lateral esquerdo que se encontra numa posição bem profunda e larga. Neste momento do jogo Rony Lopes encontra-se em espaço interior e é também uma solução de passe para Jemerson, ligando depois jogo com o lateral ou com os avançados. Jovetic procura as ligações posicionando-se por forma a que a equipa adopte um posicionamento em triângulo, permitindo múltiplas soluções de passe, preferencialmente por dentro. Nesta fase do jogo Falcao começa a posicionar-se em função da posição da bola. Por principio procura as costas do 2º defesa central (o que está mais afastado da bola). 

 
Outra das soluções ofensivas são as variações do centro do jogo, através dos passes longos, principalmente para Ghezzal, que se encontra mais aberto que Rony Lopes.
O objectivo é claro, atrair de um lado para permitir que apareçam jogadores em melhores condições para desequilibrar no 1x1, ou mesmo criar superioridade numérica com a subida do lateral. Além das variações do centro de jogo, o passe longo para os pontas de lança são outra opção de saída, no entanto menos utilizadas e servem para procurar criar incertezas defensivas nos adversários.
Nesta 2ª fase de construção colocam 4, 5 jogadores na linha da bola ou à frente da linha da bola, em organização ofensiva, mantendo uma estrutura fixa que lhes permitem estar bem preparados para as perdas de bola.


 
TRANSIÇÃO OFENSIVA 

No momento defensivo a equipa do AS Monaco, mantém uma estrutura bem compacta, com os extremos bem por dentro e Jovetic numa posição mais recuada em relação a Falcao, funcionando como apoio frontal. No momento em que ganham a bola optam pelo passe seguro e curto, com os extremos por dentro, Jovetic e Falcao em apoio frontal e os laterais a projectarem-se e a alargar o campo para serem solução. 


ORGANIZAÇÃO DEFENSIVA

Em organização defensiva a equipa estrutura-se em 1-4-4-2.
Jovetic nesta fase junta-se ao ponta de lança, procurando pressionar a saída de bola curta dos adversários. Quando a bola entra no seu meio campo ele baixa no terreno para manter o triângulo defensivo e ser solução para a transição. Falcao é um ponta de lança que tenta aproveitar todas os maus passes e recepções defeituosas dos adversários. Se a bola é enviada para o Gr ele está encarregue de o pressionar obrigando ao passe longo.

Com o bloco médio/baixo são uma equipa muito compacta, adoptando uma zona pressing, condicionando o jogo dos adversários para os corredores, onde aí são muito agressivos. Os espaços são a grande referencia de marcação. Fecham muito bem os espaços como equipa, colocando os adversários sobre constantes constrangimentos de espaço e tempo. Conseguem manter um escalonamento permanente das diferentes linhas e assim conseguir ter um sistema eficaz de coberturas. 


 
TRANSIÇÃO DEFENSIVA

No momento da perda da bola a reação é rápida e no menor espaço de tempo possível, dificultando as saídas da pressão dos adversários. A equipa tem jogadores mentalmente preparados para esta fase do jogo, principalmente os defesas, e os dois médios. Como conseguem manter uma estrutura preparada para as transições dos adversários dificilmente são apanhados em inferioridade numérica, mesmo quando o adversário consegue sair com a bola controlada da primeira linha de pressão.




















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